Memória

Recordações que mantêm viva a história da nossa cidade

Este é um espaço dedicado às histórias, lembranças, personagens e acontecimentos que marcaram Uruguaiana. Um convite para revisitar o passado, valorizar nossa cultura e preservar a memória das gerações que construíram a identidade da nossa cidade. Seja bem-vindo (a)!

Califórnia da Canção Nativa

O poeta, escritor e compositor Colmar Duarte, homem do campo, da cidade e da cultura, compartilhou memórias do festival nativista que se tornaria o maior em sua categoria no sul do Brasil e seria reverenciado, aplaudido, inspirando tantos outros, transformando o futuro da música regional gaúcha.

Santa Casa de Caridade

No bairro Bela Vista, temos um dos grandes tesouros do nosso patrimônio histórico-cultural, o edifício da antiga Santa Casa de Caridade, ainda não tombado. O local não é apenas uma construção inspirada nos melhores hospitais da Europa, na época, mas, também, símbolo da união, fé e coragem da comunidade.

Parque Agrícola e Pastoril

O parque nasceu do propósito de fortalecer o ruralismo na Uruguaiana da primeira metade do século XX, tornando-se um importante local de eventos. A inauguração do Parque de Exposição aconteceu em três de outubro de 1943 e contou com a presença do presidente da República, Getúlio Dornelles Vargas.

História do Fares Turis Hotel

Nos anos 1980, Uruguaiana viveu dias únicos. Multidões vinham de diferentes locais do Brasil e também do exterior, especialmente da Argentina (AR), atraídas por um fenômeno que misturava fé, curiosidade e emoção. Foi nesse cenário o Fares Turis Hotel, inaugurado em 8 de outubro de 1982.

Rincão dos Fernandes

A publicação do Edital nº 2.822/2025 no Diário Oficial da União, em dezembro de 2025, marca um capítulo histórico para a comunidade quilombola Rincão dos Fernandes. Mais do que um ato administrativo, trata-se do reconhecimento oficial de um território construído por gerações.

Ana Alvim, memória

Entre as memórias que moldam a identidade de Uruguaiana, alguns nomes resistem ao tempo como verdadeiros patrimônios vivos. Um deles é o de Anna Cândida do Prado Alvim, professora, poetisa, jornalista e abolicionista nascida em 1850, cuja trajetória segue iluminando a educação.