O charme das cafeterias de Uruguaiana
As casas de café da nossa fronteira vem atraindo cada vez mais amantes da bebida que é a segunda mais consumida no Brasil. Ops, a segunda?! Sim! O consumo de café perde apenas para a água. E não poderia ser diferente, já que o país é o maior produtor de café do mundo, liderando a produção há mais de 150 anos!
Café Estoril

📍Bento Martins, anexo ao Clube Comercial
Panadero

📍Entre Duque de Caxias e Presidente Vargas, anexo ao Posto Ipiranga
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📍 General Vitorino, 2067, anexo ao Núcleo de Arte de Uruguaiana
Café da Praça

📍 Praça Barão do Rio Branco
📱 (55) 3402-3675
Cicci Cafeteria

📍 Tiradentes, 2582
📱 (55) 3402-7779
Quiero Café

📍 Santana, 2507
📱 (55) 9 9920 2811
“O café é tão grave, tão exclusivista, tão definitivo
que não admite acompanhamento sólido. Mas eu o driblo,
saboreando, junto com ele, o cheiro das torradas-na-manteiga
que alguém pediu na mesa próxima.” (Mário Quintana)
Gourmet Platter

📍Bento Martins, 3246
📱 (55) 9 9978 1251
Bakery Coffee

📍XV de Novembro, 3972
📱 (55) 9 9937 0577
Padoquíssima

📍 XV de Novembro, 1496 | 3412 -6768📍 XV de Novembro, 2594 |3412 -1290
Doce Café

📍Duque de Caxias, 1499 📱 (55) 9 9933 7198
Três Pontos

📍Rua Treze de Maio, 1358
Mercearia 82

📍 Rua XV de Novembro, 2096
Havanna

📍Duque de Caxias esq. João Manoel, no Bah Free Shop
📱 (55) 9 9976 4600
Colonial

📍Santana, 2935
📱 (55) 9 9227 1683
Mais 1 Café

📍 Duque de Caxias, centro (frente ao Banrisul) 📱Ifood
Café Barlos

📍XV de Novembro, 2223, junto do Barlos Hotel
Facturas Vô James

📍Antônio Monteiro, 2569
📱 (55) 9 9227 1683
Coffee Love

📍 Avª Assis Brasil, 1021, anexo ao Stok Center
Divina Dulceria

📍Domingos de Almeida, 3151 📱 (55) 9 9184 3333
Antiga Modelo

📍Rua dos Andradas, 1598
📱 (55) 3411 2322
Bar Café & Cia

📍 Avª Presidente Vargas, 2821 📱 (55) 9 9923 7736
Mercado Galo

📍Rua Santana, 3397 📍João Fagundes, 2579
Jamon

📍Bento Martins, diagonal ao Colégio Sant’Ana
Café do Calçadão

📍 Bento Martins, 2775

Depois do café, eu me expresso.
Um café e um cafuné, por favor.
Dinheiro não compra felicidade, mas compra café, que é quase a mesma coisa.
Sou o tipo de gente que só funciona depois de um café.
Café primeiro, problemas depois.
A gente gosta do cheiro dos jornais, das revistas e livros e do gosto do café!
Café forte, pensamentos claros.
Menos palavras, mais café.
Café é a arte de parar e saborear a vida.
Uma dose de café e uma de fé.
Café é poesia líquida que aquieta o coração.
Fé, foco e café.
Obrigada pastor Kaldi!
A Lenda de Kaldi, registrada em manuscritos do Iêmen, no ano de 575 d.C, conta como surgiu o café.
De acordo com os escritos, o pastor Kaldi observou que suas cabras ficavam alegres e cheias de energia depois que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos abundantes dos campos. Lenda ou não, registros históricos indicam que foi nesta época que a exploração de diferentes possibilidades de consumo do café começou a se difundir.

Os etíopes, por exemplo, ingeriam o fruto. Alimentavam-se de sua polpa doce, macerada ou a misturavam em banha nas refeições. Suas folhas também eram mastigadas ou utilizadas no preparo de chá. Produziam também um suco fermentado que se transformava em bebida alcoólica.
Os árabes dominaram rapidamente a técnica de plantio e preparação do café. As plantas foram denominadas Kaweh e sua bebida recebeu o nome de Kahwah ou Cahue, que significa “força” em árabe. Registros históricos de 575 d.C indicam o Iêmen (atual Sudoeste da Ásia) como a primeira região a receber as sementes. Seus habitantes faziam infusão com o café e cerejas fervidas em água, geralmente, para fins medicinais. Naquela altura, monges começavam a utilizar o café como bebida excitante para ajudá-los nas rezas e vigílias noturnas.
O processo de torrefação foi outro passo importante para a popularização do café no mundo, mas só foi desenvolvido no Séc. XIV quando a bebida adquiriu forma e gosto como conhecemos hoje. A etapa seguinte foi a produção comercial no Iêmen. Os pés de café foram cultivados ali desde o séc. XIV em terraços com irrigação facilitada pela água dos poços do local, o que permitiu que a região tivesse o controle sobre a produção em escala comercial. Foi assim que o país manteve o monopólio de sua comercialização por um bom tempo.
Por apresentar sabor agradável e por ser estimulante, o café era o produto da moda digno de receber grandes investimentos. O crescente interesse pela bebida permitiu sua “globalização” e facilitou a intervenção cultural tanto nas formas de consumo quanto nas técnicas de plantio.
A tradição de “tomar um cafezinho”
O hábito de tomar café como bebida prazerosa em caráter doméstico ou em recintos coletivos se popularizou a partir de 1450. Ele era muito comum entre os filósofos que, ao tomá-lo, permaneciam acordados para a prática de exercícios espirituais. Poucos anos depois, a Turquia foi responsável em difundir o “hábito do café”, transformando-o em ritual de sociabilidade. O país foi palco do primeiro café do mundo – o Kiva Han – por volta de 1475. Desde então, tomar café passou a ser “um rito” que se propagou mundo afora. Em 1574, os cafés do Cairo e de Meca eram locais procurados, sobretudo, por artistas e poetas.
Fonte: História do Café, de Ana Luiza Martins (2008)
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